Frederico Westphalen

Professoras do CESNORS se tornam delegadas do Conselho Regional de Relações Públicas

Joana Frota

Foto: Guilherme Bernardo

Na última sexta-feira, 17, aconteceu no auditório do CAFW (Colégio Agrícola de Frederico Westphalen) a posse de duas professoras da UFSM/Cesnors como delegadas do CONRERP RS/SC (Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas). Autoridades como o Diretor do CESNORS de Frederico Westphalen, Genésio da Rosa, o Coordenador do curso de Relações Publicas, José Antônio Meira e a Presidente do CONRERP 4ª Região, Maria Amélia Maneque Cruz se fizeram presentes.

Em uma posse formal, a presidente do CONRERP nomeou as professoras Helaine Abreu Rosa e Lana Campanella como delegadas da 4ª região,  a qual abrange 34 municípios, com o intuito de fiscalizar as atividades dos profissionais de Relações Públicas.

O CONRERP tem como missão buscar o reconhecimento, respeito e valorização do profissional, a partir da educação do exercício da atividade de Relações Públicas e do envolvimento da categoria, por meio da execução da função principal do Conselho que é coordenar, fiscalizar e disciplinar o exercício da profissão. Diante disso, a professora Helaine Rosa destaca:

- Como representes do conselho a função é disseminar a função de RP, mostrar para sociedade o que faz um profissional de Relações Públicas e, consequentemente, fiscalizar se esta atividade está sendo desenvolvida corretamente. –afirma Helaine.

A presidente Maria Amélia, salienta a importância da atividade, tanto para uma cidade pequena, quanto para uma grande:

- Não importa se a cidade é pequena, isso não impede ela de ter potencial para possuir excelentes profissionais de Relações Públicas trabalhando. O Relações Públicas pode trabalhar desde a uma empresa multinacional com centenas de funcionários, ao armazém de esquina, que tenha o proprietário trabalhando com os filhos.  Tudo é relacionamento, onde tem duas pessoas se relacionando, tem espaço para o RP trabalhar.

Importante para qualquer profissão, o número do registro é fundamental para entrar no mercado de trabalho, Maria Amélia explica que para profissão de RP também não é diferente:

- Ter um registro não é uma escolha, é uma obrigação. Porque dependendo da profissão, se você não tem diploma e o registro, você não é ninguém, não se pode trabalhar. E o trabalho das delegadas é mostrar para sociedade que ela precisa sim, exigir um profissional que tenha um registro.

Após a posse, o Relações Públicas Josias Ribeiro palestrou sobre Marketing Cultural, a qual teve como tema “Produção Cultural no contexto atual Brasileiro – Da coxia ao aplauso final”. O profissional relatou suas experiências em organizações de eventos culturais, desde o planejamento à prestação de contas.

URI promove Seminário de Estudos Literários

Fabiana Pelinson

A Universidade Regional Integrada – URI, campus Frederico Westphalen foi destaque no cenário de estudos literários durante esta semana. O II Seminário Internacional de Estudos Literários (II SINEL) teve início na terça-feira, 10, e seguiu até a sexta-feira. O evento que teve como tema geral a Literatura e Territorialidade sediou também o III Seminário Nacional de Estudos Literários (SENAEL), III Seminário de Estudos Literários da Região Sul (SELIRS) e I Sinelzinho promovidos pela universidade em parceria com o Mestrado em Letras- Literatura Comparada.

O SINEL é um evento bianual que reúne pesquisadores, professores e estudantes de pós-graduação e de graduação, em âmbito internacional, para socializar resultados de pesquisas e práticas educativas na área dos estudos literários em seus diálogos com outros campos do conhecimento.

Participaram dos seminários aproximadamente 300 pessoas, entre pesquisadores, professores, alunos do Mestrado e da Graduação em Letras da URI e alunos de 70 universidades do Brasil e de países como Haiti, Canadá, Argentina, Uruguai e França.

O seminário inclui  mesas-redondas, oficinas e sessões de comunicação. Além disso, 18 convidados especiais estiveram presentes, entre eles se contam renomados escritores gaúchos, como o poeta Ricardo Silvestrin.

Na manhã do dia 10, algumas atividades antecederam a abertura do evento. Houve uma Sessão de cinema  – Espaço e Cinema e após a exibição de dois filmes, foram realizados comentários com o professor do Mestrado em Letras, Ricardo André Ferreira. Na parte da tarde, foi realizada uma visita de estudos à Ametista do Sul, com o tema Memória Regional e Espaço: percurso histórico arquitetônico. Na noite desta terça-feira, após a cerimônia de abertura, foi dado início à mesa-redonda Espaços Comparatistas.

Palestras fizeram parte da programação do evento.

Isabele Pereira, acadêmica do curso de Letras do Centro Universitário Franciscano – Unifra, de Santa Maria, veio até o SINEL para apresentar trabalho e aprovou o primeiro dia de atividades: “foi bem interessante o debate, as primeiras palestras superaram as expectativas. Estou gostando bastante desses paralelos, desse comparatismo da literatura porque a literatura é uma reflexão do nosso mundo”.
O estudante Gustavo André Gutkoski também avaliou positivamente o espaço.

- Eu achei as palestras muito interessantes para a expansão dos nossos conhecimentos a respeito do assunto. O seminário também foi muito bem organizado e divulgado – comentou o estudante.

Dando continuidade à programação, na manhã do dia 11,  foi abordado o tema  Literatura e Espaço e durante a tarde, a mesa-redonda Espaços etnoculturais contou com a participação das professoras Ana Beatriz Gonçalves e Silvina Liliana Carrizo, ambas da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora, MG). Logo após, foram realizadas várias sessões de comunicação. Também houve lançamento de livros de alguns professores convidados e participantes do evento.

Na manhã do dia 12, várias oficinas aconteceram paralelamente e na parte da tarde, a mesa-redonda Cultura Indígena e a de Espaços Geopoéticos foram destaque.

Encerrando a programação, na manhã do dia 13, as atividades iniciaram com sessões de comunicação e, em seguida ocorreu a palestra de encerramento, A Nova Historiografia Literária e o Contexto Latino Americano, proferida professor Dr.  Eduardo de Faria Coutinho.

Na avaliação da comissão organizadora, o evento atingiu plenamente seus objetivos.  A professora Denise Almeida Silva, coordenadora geral do II SINEL acredita que o seminário foi importante porque “cria um espaço de troca de conhecimento muito rico para os acadêmicos, professores, escritores e pesquisadores envolvidos”.

A busca por mais um idioma no currículo

Lara Fagundes

A presente era da informação, regada pelos meios de comunicação e em constante crescimento juntamente com a globalização, a internacionalização de diversas mercadorias e o advento da Internet, tem propiciado cada vez mais a necessidade do conhecimento de uma língua estrangeira. Tanto nos mercados de trabalho como nas especializações acadêmicas, a cobrança pelo vocabulário estrangeiro vem se tornando cada vez mais assídua.

São diversas as áreas que exigem o domínio de mais de um idioma. Denise Farias Rocha, Especialista em Língua Inglesa, professora do Centro de Línguas vivas da Católica de Goiás, caracteriza esse domínio como “crescimento, desenvolvimento e, acima de tudo, melhores condições de acompanhar as rápidas mudanças que vêm ocorrendo nesse novo e tecnológico século.”

O aprendizado do Inglês abre as portas não só para o desenvolvimento profissional, mas também pessoal e cultural. É pensando nisso, que cada vez mais cedo os jovens buscam os cursos de língua estrangeira. O município de Frederico Westphalen conta com duas das escolas de idiomas mais renomadas: Fisk e CCAA. A escola Fisk, presente há 24 anos no município, possui hoje aproximadamente 30 turmas cursando Inglês, entre eles crianças, jovens e adultos. Na escola de idiomas CCAA a situação é a mesma, mesmo sendo recente no município, presente há 2 anos, a escola possui cerca de 20 turmas, entre elas estudantes de 10 a 30 anos de idade. Embora as duas escolas também tenham curso de Espanhol, a língua mais procurada é o Inglês.

Maíra Francischete e Silva, 20, é professora de Inglês na Escola FISK há 4 anos. Formada em 2006 pelo FISK, hoje já trabalha com 10 turmas, entre elas turmas de nível infantil, juvenil e adulto. A professora ressalta os benefícios que o curso oferece:

- Hoje é indiscutível o valor que uma segunda língua tem. Pra quem entra pra faculdade, ou mesmo pra quem ainda está na escola, é fundamental ter no mínimo o domínio de um segundo idioma.

Sabendo que o inglês é uma das línguas que está presente no nosso dia-adia, Maíra acrescenta:

- Até mesmo pra se realizar tarefas simples na internet você precisa ter uma noção básica de inglês por exemplo. O mercado detrabalho também opta e valoriza muito mais quem já é fluente em inglês, espanhol ou outra língua. Na questão do estudo também é importante, porque, por exemplo, existem algumas graduações em que a maioria dos livros são em outro idioma. Na Copa agora de 2014, quem tem fluência em outro idioma, certamente tem emprego garantido.

A acadêmica de Jornalismo da UFSM/Cesnors em Frederico Westphalen e também professora de Inglês no CCAA, Gabriele Ramos Arcy, 19, conta que começou a dar aulas há 2 anos:

- No CCAA, os alunos a partir do 8º nível (são 9) já estão aptos a serem professores dos primeiros níveis. Fui convidada e aceitei, depois disso fiz um treinamento de 1 mês. Nunca tinha pensado em dar aula, mas não acho que foi uma dificuldade muito grande, pois foi sendo superada. Essa questão de dar aula para pessoas mais velhas, é necessário de impor também. Fui aprendendo isso. – lembra Gabriele.

Hoje ela ministra aulas para 4 turmas, entre eles adolescentes e também pessoas já formadas. Já viveu o lado do cursinho e hoje atua como professora desta área. Gabriele acredita que o inglês é uma língua universal, é necessário saber pelo menos o básico.

- Não só pela exigência profissional, mas pela comunicação em si, pela cultura que se agrega aos conhecimentos. – complementa Gabriele.

A procura pela língua inglesa tem crescido significativamente. E esse é um passo perceptível pela maioria da população, pois ao pararmos para pensar sobre a presença do Inglês nos nossos dias, percebemos que o português já adota muitas palavras de origem inglesa:

Os cursos de inglês procuram oferecer maneiras diversificadas de manter o aluno praticando o inglês, trabalhando os conteúdos relacionados ao diálogo e estimulando os estudantes a desenvolverem atividades que lhe remetam ao uso da línga inglesa. Como é o caso do acadêmico de Economia na Universidade de Passo Fundo – UPF, Marcos Kern, 20. Ele tem domínio do português e do inglês. Esteve morando seis meses na Irlanda, no ano passado, e fez um curso intensivo. Para não acabar perdendo o estudo adquirido, Marcos procura praticar no dia-a-dia.

- Atualmente pratico com menos frequência, mas ainda tenho o costume de ver vídeos, além de ler bastante conteúdos em inglês na Internet. Acabei também comprando alguns livros de exercícios em inglês, para continuar praticando sempre que possível.

Marcos faz parte do grande grupo de cidadãos que defende o estudo de outros idiomas:

- Acredito que se ganha muito aprendendo novos idiomas, principalmente com a facilidade de comunicação que temos atualmente, a pessoa deixa de ser “presa a um mundo” apenas, você passa a ter novos e diferentes meios de aprendizado e não somente o que de certa forma é filtrado para você pelos meios de comunicação. – ressalta Marcos.

Este é também o caso da estudante de Psicologia da Universidade Regional Integrada em Santo Ângelo, Franciele Rocha, 19. Ela terminou o curso de inglês em dezembro de 2010 pela escola Kingsway. Começou o curso quando tinha 12 anos, ela conta que na epóca não gostava muito.

- Eu não gostava quando eu era nova. Mas senti necessidade de aprender porque todas minhas amigas sabiam e eu ficava perdida.

Hoje ela sente falta da prática do inglês, pois acredita que todo conhecimento quando não praticado acaba se perdendo um pouco.

- Eu nao converso com ninguém em inglês, mas escuto músicas todos dias e tento traduzir elas.

A estudante que começou o curso sem gostar muito, hoje formada já tem outra opinião sobre o aprendizado de outro idioma.

Quero até começar a fazer espanhol e francês no proximo semestre. Eu acho que é bom porque quando eu viajar eu vou saber me virar. Até quando a gente vai procurar emprego, ajuda também dependendo da área.

Os jovens percebem essa inserção do Inglês como conhecimento fundamental tanto no currículo profissional, quanto na bagagem cultural. Muitos ainda não tiveram oportunidade de cursarem, como o caso do acadêmico de Jornalismo da Universidade de Cruz Alta – UNICRUZ, Geovani Bronzatti, 22, que ainda não fez curso de inglês, mas pretende começar no segundo semestre deste ano. Ele acredita que “o jornalista pode perder muitas oportunidades boas de emprego por não saber outra língua, principalmente o inglês, que é meio que universal mesmo”. Além disso, ele diz não descatar a possibilidade de com o tempo, tentar cursar alemão ou francês, pensando no currículo profissional também.

Mas a vontade de conhecer esses diversos idiomas que o mundo abriga, não surge apenas quando o cidadão visa o lado profissional. Atualmente, as crianças já estão se interessando

Logo Forum de Línguas Estrangeiras

cada vez mais pelas diferentes formas de comunicação. A descoberta de novos idiomas para comunicação, fascina as crianças, que envolvidas pela ideia buscam alternativas para aprender como for possível. É o que acontece com o mineiro Miguel Oliveira de Vasconcellos, 9. Exemplo de que desde criança já surge a curiosidade por se aprender uma nova língua. A mãe de Miguel mora na Itália, ele após aprender a ler começou a procurar na Internet sites que lhe ajudassem a conhecer a língua italiana. Hoje ele já fala muitas palavras e teve a oportunidade de aprender muito mais com sua viagem à Itália, para visitar a mãe. Com 9 anos de idade, Miguel procurou sozinho nos dicionários e na Internet, o significado em Italiano, de palavras usadas por ele no dia-a-dia. A viagem, o ajudou mais ainda a aprender e colocar e prática.

Já em relação a estudar outros idiomas, ele diz entusiamado que quer fazer curso de inglês.

- Quero aprender por que é a lingua mais importante do mundo, depois vem espanhol que também vou querer aprender. Além de espanhol, queria saber também chines ou japones.
Ele ainda arrisca: – Chines por que segundo as estatísticas vai ser a língua do futuro, por que ta quase chegando perto dos estados unidos. E japonês por que eu curto mesmo.

Nas escolas tradicionais, já estão sendo obrigatórias as disciplinas de no minímo uma língua estrangeira. A inserção desses conhecimentos na educação básica favorece e desperta nas crianças e nos jovens a busca por conhecimentos mais aprofundados. Estes abrem espaço para as escolas particulares de idiomas, que vem crescendo gradativamente em todos os cantos do mundo. O objetivo principal desses educadores é promover a interação da comunicação, mostrando que em outros lugares do Planeta, seres iguais nós se comunicam em outra língua.

Reinaugura a Biblioteca Municipal de FW

Vanessa Haas

18 de abril. Dia mundial do Livro. Data escolhida para a reinauguração da Biblioteca Pública Municipal, Carlos Luiz Vendrusculo, no município de Frederico Westphalen. O evento marca a abertura da Semana do Livro, que vai do dia 18 a 24 de abril.

Prefeito José Alberto Panosso, secretária da educação, Sirlei Ponssoni e vereador Vilnei Giacomini. Foto: Vanessa Haas

A programação iniciou às 20h, com uma homenagem a Carlos Luiz Vedrusculo, o  “Carlão”. Um  intelectual e pensador, extremamente inteligente e dono de uma vocação enorme para a polêmica, tinha como lema “Estudar, instruir e educar”. Carlão é morreu há 22 anos, mas seu nome permanecerá no nome da Biblioteca frederiquense e para todos os que procuram esse espaço de leitura e estudo.

O vereador Vilnei Giacomini coloca que:

- É uma grande alegria inaugurar esta obra. Sabemos que Frederico Westphalen merece uma biblioteca deste quilate, pois é um pólo regional de educação e, devemos providenciar para que toda a população tenha acesso a um espaço de leitura, que tenha qualidade. Pois a leitura é muito importante nos dias atuais.

A desempregada Marilisa Baggio trouxe a filha para conhecer a nova biblioteca e já fazer a carteirinha. “Já trouxe a minha menina, porque ela gosta muito de ler e, nós não temos condições de comprar livros para ela. Agora a biblioteca ficou bem mais acessível, pois as pessoas idosas e os cadeirantes também podem frequentá-la.”

A biblioteca pública municipal passou do terceiro para o primeiro andar, no antigo prédio da câmara de vereadores. As novas instalações possibilitam o acesso das pessoas idosas e cadeirantes, os quais não tinham condições de subir as escadas para retirar livros. A biblioteca Carlos Luiz Vendrusculo conta agora com novos volumes e mais espaço de leitura e pesquisa, com uma sala separada para as crianças.

O prefeito municipal José Alberto Panosso coloca que não era justo a biblioteca pública estar no terceiro andar de um prédio. E, para salientar a importância da leitura, o prefeito cita Bill Gates “meus filhos terão computador, sim, mas primeiramente, terão um livro”. Panosso coloca também que, futuramente, a biblioteca irá localizar-se em frente à prefeitura municipal, e contará com um centro cultural.

O projeto “Tem teatro na escola” realizou um Sarau Poético e, após o mesmo ocorreu a reinauguração da Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

A secretária de Educação, Sirlei Rossoni, coloca que o espaço literário infantil, na “casinha” da praça da matriz, será permanente, estando aberto não apenas durante semana do Livro, mas todo o ano, inclusive nos fins de semana. E, ainda, a SMEC levará as escolas de todo o município o projeto “leitura em minha casa”, no dia 19, no período da manhã e tarde serão entregues as escolas kits com livros. Os kits são compostos de livros, jornais, revistas, gibis, leituras para toda a família, os quais permanecem um tempo em uma casa e depois passam para outra, propiciando assim, que os pais dos alunos também possam aumentar seus conhecimentos.

Como diria o célebre escritor da literatura infantil, Monteiro Lobato, “Um país se faz com homens e livros.”

Estudantes da UFSM/Cesnors realizam assembleia para definir ato público

Fabiana Pelinson

Na manhã desta terça-feira, 05, aproximadamente 60 estudantes  se reuniram no Auditório 179 do CAFW (Colégio Agrícola de Frederico Westphalen) para definir os últimos detalhes do ato público pelo transporte justo e de qualidade.

Durante a assembleia, os estudantes discutiram os abusos cometidos pela empresa de transporte São Jorge e as mudanças propostas. Os acadêmicos também se reuniram em grupos (comunicação, animação e segurança) para que o ato público se mantenha focado e organizado.  Foi definido que o ato público, organizado pelos Diretórios Acadêmicos do Cesnors e pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes), será realizado amanhã (06), a partir das 14hrs em frente à Sorveteria Skina.

Estudantes se reúnem mais uma vez para discutir o transporte. Foto: Joana Frota

Segundo a representante do DCE, Mauren Buzatti, “a assembleia teve o caráter de discutir sobre a realização ou não do ato público adidado na semana passada. Por unanimidade definiu-se pela realização na quarta à tarde.”

Hoje a Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen, conta com quase 2.000 estudantes, mas essa briga pelo transporte de qualidade vem desde 2006.

Nesta quarta-feira, os estudantes vão às ruas reivindicando paradas de ônibus, criação de um Conselho Municipal de Transporte, estabelecimento de mais horários e organização de um itinerário definido, discussão com a população sobre o reajuste no preço da passagem, prestação do serviço de transporte que atendam a demanda dos estudantes e a discussão sobre o transporte público em FW a partir de uma Audiência Pública sobre o transporte.

- Chamamos cada um e a cada uma estudante do Cesnors a se somar no ato. Para, acima de tudo, avançarmos na resolução de nossos problemas e conseguirmos dialogar com a população sobre a realidade do transporte que usamos diariamente – concluiu Mauren.

Contraste da educação entre Tailândia e Brasil

Lara Fagundes

O Planeta Terra é composto por 6 continentes que constituem essa infinidade de costumes, crenças, culturas, línguas e religiões. E o que pode parecer distante do munícipio de Frederico Westphalen, no interior norte do Rio Grande do Sul, acaba se aproximando graças aos programas de Intercambio Cultural oferecidos pela organização não-governamental AFS. Presente no município há dois anos, a instituição tem trazido jovens de diversos lugares do mundo para apresentar-nos diferentes cultural e aprender conosco também. No ano de 2010, Frederico Westphalen recebeu uma jovem tailandesa de 17, Sutapat Patsanguan, natural de Bangkok.

Durante 11 meses a intercambista conheceu o interior do Rio Grande do Sul, nossos costumes e nossa cultural. Mas o ponto que chamou mais a atenção da jovem, foi a educação brasileira. Acostumada com o colégio tailandês particular, onde os estudantes frequentam a escola em período integral,  – 12 horas diárias, inclusive no sábado -  Sutapat se encantou com a relação aluno-professor.

-  A relação entre professores e alunos é muito legal, pode-se perguntar o que quiser, se você não entendeu, pode perguntar de novo. – conta Su (como gosta de ser chamada).

A estudante explica que na Tailândia o ensino é muito rigoroso e não há relação próxima entre professores e alunos. Onde não é permitido fazer perguntas e se dirigir ao professor com informalidade.

Tailandeses Sun, Sa, Noey e Sutapat. Foto: Lara Fagundes

Ratchaya Teeraluk, conhecida no Brasil como Noey, também intercambista residente em Cruz Alta, esteve em Frederico a passeio e contou das diferenças que lhe chamaram atenção:

- Na Tailândia, você nunca pode passar em frente ao professor, nem sentar-se na mesma altura que ele. Se ele senta em cadeira, você senta-se ao chão. Se for passar pela frente, deve se abaixar um pouco. Não podemos tapar a imagem do professor, que tem grande autoridade. – explica Noey.

Outro jovem que residiu em Cruz Alta, explanou sobre a falta de liberdade em se escolher um curso superior. Jitphanu Sitthisanguan, conhecido como Sun ressaltou:

- Gostei muito da liberdade que se tem aqui para escolher um curso superior. Lá eu não posso escolher o que quero fazer. Adoro gastronomia, mas meu pai disse que isso não é emprego para homem, vou ter que fazer o que ele quiser. – desabafa Sun.

Três joves intercabistas foram capazes de deixar claro esse contraste existe entre Brasil e Tailândia, e se assumirem como ‘invejosos’ do modelo de educação brasileira.  Embora não sejamos um exemplo de educação, essa diferença chamou a atenção dos tailandeses pela opção de liberdade que os alunos têm. Frederico Westphalen tem apenas cerca de 29 mil habitantes e recebe intercambistas de grandes potenciais mundiais, essa troca de cultural nos acrescenta aprender também sobre o país de origem dos jovens, que trazem ao Rio Grande do Sul um pouco da suas histórias para contar.  Além disso, levam para fora do estado e do país, as experiencias que adquiriram aqui.

PETI: auxílio para as crianças carentes

Vanessa Haas

Muito mais do que combater o trabalho infantil, o PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) é um programa destinado a realizar atividades de recreação, aprendizagem e bem estar. O projeto atua em Frederico Westphalen, atendendo alunos carentes do município e está localizado no distrito do muncípio.

Crianças, tanto no campo quanto na cidade precisam ou são obrigadas a trabalhar para auxiliar no sustento da família, perdendo o direito à infância e aos primeiros anos escolares. A assistente social responsável pelo projeto, Maria de Fátima Correa, 51, coloca que:

- Entre os grandes desafios a serem enfrentados no país, está a erradicação do trabalho infantil.  As crianças tentam, caminhando por ruas e avenidas, vender os mais variados produtos artesanais ou industriais, com o objetivo de acrescentar à renda familiar um pouco mais de dinheiro para a subsistência.

O trabalho é considerado infantil quando a criança possui menos de 16 anos, ressalva no caso de menor aprendiz, a partir dos 14 anos, complementa Maria de Fátima.

Fonte: Assistência Social

O PETI é um programa do governo federal, mantido pela prefeitura em Frederico Westphalen. O mesmo localiza-se no distrito da cidade, no Núcleo 5 e, possui quatro monitores, um motorista, uma cozinheira, uma faxineira e duas assistentes sociais. Os 50 alunos assistidos pelo programa são carentes e recebem bolsa família, frequentando o PETI no turno inverso ao da aula.

Para a monitora formada em Educação Especial, Ana Paula Chielle, 25, “o projeto é muito importante, pois as crianças carentes de Frederico já possuem uma história de vida difícil e, aqui, elas têm uma complementação do que aprendem na escola.”

Recreação, atividade pedagógica, revisão do que é passado na escola, disciplina e higiene são ensinados aos alunos. E, a partir de abril serão retomadas as oficinas de artesanato, computação, hip hop, violão, taekwondo, dança e música.

As famílias também recebem acompanhamento através de visitas e reuniões, explica a assistente social, Maria de Fátima.

O participante do projeto há sete meses, William Bulegon, 11, estudante da 5ª série fala que “gosto muito do PETI, pois tenho muitos amigos aqui.” Anderson Gassner, 11, aluno da 5ª série gostava das oficinas de taekwondo e hip hop:

- Eu adoro o PETI. A professora nos ajuda a estudar e fazer os temas. Podemos almoçar aqui, a comida é muito boa e, fizemos várias brincadeiras.

No país, são cerca de 810 mil crianças atendidas pelo PETI, em 2.800 municípios.

São ações como essas que promovem a inserção social das crianças, mantendo-as longe das ruas e da violência, além de propiciar meios de melhorar a qualidade de vida e ter uma infância mais feliz.

Equoterapia, a educação com o andar do  cavalo

Joana Frota

A APAE de Frederico Westphalen proporciona aos seus alunos a prática da equoterapia, a qual é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar e, busca o desenvolvimento biológico, psicológico e social de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais acima de dois anos de idade.

A criança tem o acompanhamento de uma fisioterapeuta e o auxiliar-guia durante 20 minutos. Foto: Joana Frota

A equoterapia existe há nove anos e é acompanhado por fisioterapeutas e psicóloga. O andar em cima do cavalo proporciona ajustes tônicos. Ele melhora a força motora, coordenação motora, equilíbrio e lateralidade.

A psicóloga da APAE, Josiele Piovesan, explica os benefícios mentais que a equoterapia beneficia.

- Ela proporciona que o indivíduo, através de uma atividade lúdica, consiga experimentar várias emoções diferentes. O individuo pode interagir com o cavalo, desde o manuseio inicial que a criança faz o primeiro contato porque trabalha a questão emocional e, a questão social. – explica Josiele.

- Outra questão importante é a questão do limite, porque a criança estando em cima de um animal de grande porte como é o cavalo, ela tem que ter cuidados. A criança consegue dominar um animal muito maior que ela e a sensação é de poder e de gratificação muito grande para o praticante. – diz Josiele.

Viradão Esportivo 2010 tem como tema a educação

Fabiana Pelinson

O maior evento de mobilização esportiva do país, o Viradão Esportivo, promovido pela CUFA (Central Única das Favelas), trouxe como tema deste ano a educação. Em sua primeira edição, no ano passado, mais de 16 milhões de pessoas, espalhadas pelos 27 estados brasileiros, foram mobilizadas com diversas modalidades de esporte. Em 2010 o Viradão também foi realizado nos Estados unidos, Itália e Bolívia.

Batalha de Hip Hop envolve 20 competidores de várias idades. Foto: Fábio Pelinson

Em Frederico Westphalen, o evento apresentou um número significativo de atividades descentralizadas. Em diversos locais da cidade, a CUFA trouxe profissionais de inúmeras áreas que ministraram oficinas e campeonatos das mais variadas modalidades.

Neste sábado, 13, atividades com a terceira idade e com os presidiários deram início ao evento no município. Durante toda a tarde e a noite, apresentações de dança, campeonato de skate, futsal de veterenos, futebol de rua e oficinas de desenho, dança e taekwondo foram proporcionadas a comunidade frederiquense. Na sua solenidade de abertura o prefeito municipal José Alberto Panosso destacou a importância do Viradão Esportivo comentando que “quando eu vejo um projeto dessa natureza, um projeto que vem beneficiar a nossa querida comunidade, principalmente os jovens, fazendo com que os nossos jovens tenham um caminho anti drogas, anti violência, esse é um projeto que me entusiasma muito”.

No segundo dia de Viradão, o futebol de areia, a corrida e a batalha de hip hop foram as atividades que mais interessaram os participantes. O evento terminou depois de 33 horas ininterruptas de atividade e reuniu mais de 500 pessoas em Frederico Westphalen. O esporte, cada vez mais, é de fundamental importância para a inserção e a integração social aliada ao exercício da cidadania.

Luis Fernando Veríssimo presente na XXVIII Feira do Livro

Vanessa Haas

Música e autógrafos marcaram a abertura da XXVIII Feira do Livro de Frederico Westphalen. O renomado escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo participou do evento, concedendo uma entrevista coletiva para a imprensa regional, além de proporcionar uma sessão de autógrafos e um show de jazz.

O escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo faz um show de Jazz na abertura da Feira. Foto: Maurício Cattani

O tema da 28ª edição da Feira é “Descobrir o mundo através da leitura”. A Feira inicia hoje, dia 10 de novembro e, até sexta, dia 12, os frederiquenses podem conferir as promoções e atividades do evento, que se realiza na praça da matriz. O escritor Luis Fernando Veríssimo coloca que é a primeira vez que vem para Frederico Westphalen. “A recepção no interior é sempre muito boa”. Para a extensionista da Emater do município, leitora e fã do autor, Vera Cancian, “um evento como a Feira do Livro estimula muito a leitura, principalmente para as crianças. Os preços dos livros são mais acessíveis, dá para aproveitar bem as promoções.” Vera comprou o livro “O clube dos anjos” do escritor Luis Fernando Veríssimo e coloca ainda que “é muito importante a vinda de grandes escritores à Feira do Livro do município, para que possamos nos igualar às grandes feiras e prestigiar autores que pensamos nunca poder ver pessolmente”.

Luis Fernando Veríssimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone.

Sempre que possível o autor aceita convites para ir às escolas e em eventos como Feiras do Livro, buscando a aproximação com o leitor e o incentivo da leitura.

Foto: Chayenne Cardoso

O Centro de Educação Superior Norte – Cesnors/UFSM possui um estande na feira, por meio do qual busca divulgar livros escritos pelos professores, ou dos quais são colaboradores, além de materiais produzidos pelos acadêmicos. Uma pesquisa para saber o que as pessoas esperam da feira está sendo realizada pela universidade, buscando melhorias para as próximas edições da Feira do Livro.

Intercambista tailandesa realiza trabalho voluntário no Promenor

Vanessa Haas

A intercambista tailandesa pela ONG AFS Intercultura Brasil, Sutapat Patsanguan, 17 anos, realiza, periodicamente atividades com as crianças carentes do Promenor de Frederico Westphalen. O trabalho é voluntário, mas não há dinheiro que pague o sorriso no rosto dos pequenos, quando veem a ‘profe’ Su, como a chamam, chegando e correm lhe dar um beijo.

Sutapat confeccionou, hoje, dia 28, com as meninas que frequentam o Promenor, uma espécie de enfeite para os cabelos. A tailandesa encontrou o enfeite ‘cinto trançado’ na revista Capricho, que adora ler.  “Adoro esse contato com as crianças. Enquanto elas aprendem coisas diferentes eu também aprendo com elas”, coloca Su.

Sutapat confecciona enfeites para o cabelo com as meninas do Promenor. Foto: Vanessa Haas

O Promenor atende 120 crianças carentes, que frequentam a instituição no período inverso da escola. De segunda à quarta-feira, os acadêmicos dos cursos de educação física, pedagogia e biologia da URI, em parceria com o Banco do Brasil, realizam o projeto AABB Comunidade. Através do projeto, são produzidos artesanatos, bordados, crochês, além de atividades educação física e produção de hortaliças. Já quinta e sexta-feira o trabalho é das professoras da instituição. A professora Clenir Sidloski é responsável pela Padaria, onde são produzidos pães e massas para consumo próprio e para venda, dinheiro este que é investido no Promenor. Ariane Souza Cogo, professora de informática, fala que o Promenor se mantém com a ajuda da comunidade, através de doações e dos eventos que são realizados.

O Promenor é uma instutuição de apoio às crianças carentes do município e atua há 41 anos em Frederico Westphalen. A prefeitura disponibiliza ônibus para levar e buscar as crianças e, as que vão pela manhã, tomam café e almoçam na instituição. Já as que vão de tarde, recebem almoço e lanche. “Contamos também com aulas de taekwondo e música, ministradas pelo professor Jean Panosso e, aulas de espanhol, estas pela profe Marilone Camargo. Todos os trabalhos realizados aqui são voluntários”, ressalta a professora Ariane.

Foto: Vanessa Haas

A faxineira do Promenor, Terezinha Pereira conta que seus filhos sempre freqüentaram a instituição. “As crianças aprendem muito aqui e, não estão não rua. Acompanho o trabalho que a tailandesa realiza. É realmente muito bonito, um gesto de amor e solidariedade”.

A estudante da 8ª série, Edinara Aparecida Esperdião de Mello, 14 anos, gosta muito da profe Su. “Eu acho as coisas que ela nos trás muito importantes e interessantes, principalmente o que ela conta da Tailândia, aprendemos sobre costumes e culturas diferentes da nossa”. A aluna da 5ª série, Dauani Lucimar da Costa Gomes, 11 anos, também ficou empolgada com as tradições tailandesas. “O que mais gostei, foi quando a Su dançou uma música tailandesa para nós. É tão diferente e bonito!”.

O trabalho desenvolvido pela intercambista é um exemplo de solidariedade e amor pelas crianças. Sutapat mostra que é sim possível vencer as barreiras da desigualdade e auxiliar os que realmente precisam, e não sempre por meio de bens materiais ou dinheiro. Às vezes, o que as crianças mais querem é um pouco de carinho.

APAE, exemplo de educar com dedicação

Joana Frota

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) nasceu em 1954 no Rio de Janeiro e é um movimento que se destaca no Brasil inteiro. Com mais de 40 anos já são cerca de 1500 unidades espalhadas pelo Brasil. Em Frederico Westphalen, a unidade existe há 28 anos e, hoje conta com 160 alunos e mais de 30 professores, entre eles, psicóloga, pedagoga, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e fisioterapeuta.

Com o objetivo de “Promover e articular ações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência e representar o movimento perante os organismos nacionais e internacionais, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas Apaes, na perspectiva da inclusão social de seus usuários”  a APAE de Frederico Westphalen assume esse papel com toda a dedicação para as pessoas com deficiência.

Alunos se preparam para uma apresentação especial em comemoração ao Dia dos Professores. Foto: Joana Frota

A escola atende Frederico Westpahlen, Caiçara, Taquaruçu do Sul e Vicente Dutra e, dedica-se a estimular as pessoas que nasceram ou desenvolveram alguma deficiência a desenvolver talentos e vencer obstáculos.

A APAE de Frederico Westphalen atende alunos com deficiência intelectual, deficiência múltipla, autismo e  deficiência auditiva. A escola é dividida por ciclos, igual uma escola normal, pré, 1º ano, jardim, pré escola, alfabetização, oficina de aprendizagem e atende no máximo 8 alunos por turma. No colégio estudam desde recém nascido, crianças, adolescentes e adultos.

Muitos projetos são desenvolvidos na escola como dança, informática, plantação de horta, reciclagem, hidroginástica,comunicação alternativa, equoterapia. Este último é um método científico aplicado como terapia na saúde e na educação, que utiliza o cavalo. A psicóloga Josiele Piovesan comenta dos resultados desta prática:

- Os resultados são muitos bons, e a resposta dos alunos são ótimas. O retorno em sala de aula às vezes é um processo lento, mas na equoterapia observamos que é mais rápido.

Josiele faz atendimento psicoterapeutico individual para os alunos, através de grupos onde trabalha os limites e sexualidade. As famílias que precisam também recebem atendimento, mas a prioridade é com os alunos.

A diretora da escola, Cleci Janete Piovesan Riboli comenta que: “O nosso trabalho é muito importante, fazemos com que ninguém seja excluído da educação.”.

Professora ganha um abraço do aluno em homenagem ao Dia dos Professores. Foto: Joana Frota

Para a mãe que quiser colocar seu filho na APAE as instruções são as seguinte:

-A mãe precisa vir até a escola, munida com os exames do filhos, passar por uma avaliação com os técnicos, que pode ser a qualquer momento do ano. E se realmente o aluno é “nosso”, já matriculamos.- exlica Cleci

Com o pionerismo no Brasil, as APAEs são um exemplo de solidariedade e inserção de cidadãos na sociedade. Atravessando a barreira da discriminação o papel educacional é muito importante para famílias que criam um filho com deficiência.

Atividades de comemoração ao dia da criança são realizadas em Iraí

Fabiana Pelinson

Dia ensolarado, dia da criança, dia de mais uma ação social desenvolvida pela Central Única das Favelas (CUFA). Com a finalidade de criar alternativas para uma sociedade cada vez mais inflamada com a violência, as drogas e a juventude marginalizada, a CUFA desenvolveu seis atividades simultaneamente no Tênis Clube de Iraí.

Crianças e adolescentes participam da oficina de dança. Foto: Fabiana Pelinson

Em parceria com a Prefeitura Municipal de Iraí e com a Secretaria de Assistência Social e Cidadania do município, a CUFA realizou oficinas de futebol de rua, dança, desenho, basquete, fotografia e taekwondo. Aproximadamente 600 crianças participaram das oficinas gratuitamente e assistiram as apresentações das cantoras Lara e Heloísa e do grupo de dança Street boys of dance.

A assistente social do município de Iraí, Adriane Pasquali, afirmou que “hoje elas tiveram um verdadeiro dia das crianças, elas brincaram, se divertiram, tomaram um lanche. Tão dançando, tão cantando, tão fazendo o que todo criança deveria fazer até então. Nada de droga, nada de criminalidade, nada de criança na rua, nada disso.”

A tarde atípica provocou risos e sorrisos entre crianças de todas as classes sociais. O que se viu durante as cinco horas de atividades foi muita diversão e encantamento com o “mundo” que acabavam de descobrir através de uma maquina fotográfica ou de uma folha de papel.

O coordenador da CUFA em Frederico Westphalen, Roberto Torres Júnior, afirma que “o mais bacana é você ver que tinha criançada que tava com o tênis no pé, todo fardado, mas tinha aquela criança que tava de pé descalço, com o chinelo na mão, não deixava do lado com medo que alguém pegasse e tudo mais e eles estavam juntos, se divertindo. Lá são todos iguais, e o mais bacana é essa interação, não tem classe social nem nada, a gente busca envolver a todos.”

Há um ano a CUFA de Frederico Westphalen busca fazer a diferença, oferecendo oportunidades para crianças e adolescentes. Neste segundo semestre de 2010, a organização vem expandindo seus trabalhos, desenvolvendo projetos regionalmente de combate ao crack e de prevenção a violência, fazendo com que as crianças tenham de uma maneira simples e natural, uma infância feliz.

Educar para preservar

Vanessa Haas

Crianças veem de perto os pequenos animais. Foto: Vanessa Haas

Os acadêmicos do 4º semestre de Engenharia Florestal do Centro de Educação Superior Norte (Cesnors/UFSM) desenvolveram hoje, 17, com os alunos do Pré A do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, a atividade de produção de uma “fazenda de minhocas”. A ação faz parte do projeto Primeiros Passos para a Conservação, por meio do qual procura-se reforçar com as crianças alguns hábitos indispensáveis para cuidar o meio ambiente, mostrando a grande influência que elas têm na preservação do ecossistema.

Muitos alunos do Pré A, com seus quatro anos de idade, sequer conheciam uma minhoca. Mas empolgaram-se com a construção do minhocário, auxiliando os acadêmicos. A estudante Maria Flores, participante do projeto, coloca que “é possível ensinar uma lição para as crianças: alguns animais não são tão bonitos aos olhos humanos, porém desempenham grande papel ecológico, podendo auxiliar a minimizar impactos ambientais, como é o caso das minhocas”.

Por meio de palavras simples, os acadêmicos explicaram aos pequenos a importância da minhoca para a reciclagem dos nutrientes do solo. A fazenda de minhocas ajuda a reciclar os restos de comida e transformar o substrato em húmus, um composto muito rico que pode ser usado como biofertilizante em hortas e jardins.

Para a professora do Pré A, Emanuele Froner, “é de fundamental importância a realização destes projetos, pois a integração da escola com outras instituições, além de proporcionar um maior desenvolvimento dos graduandos, traz novidades para as crianças. É nítido que as crianças aprendem e internalizam mais o conhecimento quando estão em contato com a prática, podendo interagir”.

“Driblando a Saudade”, o novo livro de Wilson Ferigollo

Joana Frota

Driblando a Saudade teve seu lançamento durante a ExpoFred. Foto: Joana Frota

No último dia da ExpoFred, 07 de Setembro, foi lançado, no stand da Fundação para o Desenvolvimento da Cultura e do Turismo, o terceiro livro do escritor Wilson Ferigollo, “Driblando a Saudade”. Emocionado, Wilson comenta como surgiu a ideia. Ao decorrer dos nove anos juntou arquivos históricos das crônicas esportivas que escrevia  para o jornal Correio do Povo e a rádio Luz e Alegria.

Com mais de 424 páginas, Ferigollo conta a história futebolística dos times da região do Médio Alto Uruguai, desde o surgimento dos nomes dos times, histórias dos jogos dos campeonatos amadores que os times Ipiranga, Itapagé e Santo Antônio disputaram em uma época em que Frederico Westphalen era a Vila Barril.

O cronista esportivo Renan Dias Silveira salienta da importância para profissionais como ele e para a comunidade frederiquense um livro desse nível:

- Para mim é de extrema valia, já que trabalho como repórter esportivo e uso muito o esporte local nas minha pautas. No meu caso, o livro serve como fonte. Como um histórico que não se encontra em lugar nenhum e isso que acho q dá a grande utilidade do livro: um registro. A impôrtancia para a região é esta, serve como um arquivo hitórico do futebol de campo de FW.

Com mais de 200 fotos para testemunhar e documentos históricos, Wilson Ferigollo deixa mais uma vez um pedaço da história de Frederico e região registrado na imotalidade nas páginas de um livro.

O livro impresso pelo editora Pluma, está disponível na Ícaro Espaço Cultural, pelo preço de R$ 30,00.

Projetos educacionais são apresentados na Expofred

Fabiana Pelinson

A Feira de Exposições de Frederico Westphalen completa este ano seu quinquagésimo aniversário e diversos projetos sobre educação e cultura foram expostos para a comunidade frederiquense.

Lara e Heloísa encantam o público da Expofred 2010. Foto: Fábio Pelinson

Um grande número de ações educacionais vem sendo realizado em Frederico. Como a grande maioria dessas atividades não recebe reconhecimento social, é de suma importância que as ações sejam apresentadas para a comunidade.

Neste domingo, 5, apresentações artísticas e culturais animaram o numeroso público que esteve presente na arena de shows. Relacionados a dança, os grupos ‘Hip Hop Cufa’, ‘Street boys of dance’ e o ‘Atitude de rua’ mostraram todo o trabalho que vem sendo realizado pela Central Única das Favelas (CUFA) desde novembro de 2009. Os grupos de danças tradicionais alemãs, italianas e polonesas também animaram a tarde de domingo.

Com relação às apresentações musicais, o coral italiano e as meninas Lara e Heloísa mostraram seus talentos cantando músicas de autoria própria e sucessos como Raul Seixas.

As apresentaçõ foram acompanhadas pelo prefeito José Alberto Panosso e pelo presidente da feira Neider Francisco Panosso. Materiais da campanha ‘Crack, nem pensar’ e outras informações sobre as demais atividades realizadas no município foram disponibilizados no estande da Secretaria da Educação e Cultura.

Risos que transformam vidas

Fabiana Pelinson

Crianças participam do show de mágica. Foto: Fábio Pelinson

A Central Única das Favelas (CUFA) educa de uma maneira diferenciada. Reconhecida nacionalmente e espalhada por várias cidades brasileiras, a organização leva aos mais carentes a possibilidade de se expressar e aprender. Por meio de oficinas de capacitação profissional, cursos de dança, eventos culturais e outras ações, favorecem a socialização e a inclusão.

Em Frederico Westphalen, a CUFA também se faz presente. Nesta quinta-feira, 02, aproximadamente 70 crianças da Escola Municipal Maria Falcon assistiram a um show de mágica. A ação foi realizada pela CUFA em parceria com o Ministério Público, Poder Judiciário e a direção da escola.

O mágico Luiz de Matos, de Montenegro, RS, protagonizou o espetáculo para os estudantes. A manhã atípica proporcionou ao público presente muita descontração, a cada novo número Luiz convidava uma criança para participar.

- Eu brinco muito com eles, faço comédias, brincadeiras, gosto muito de lidar com as crianças. Quanto mais cultura, menos criminalidade. Então, a gente leva alegria pra eles e essa alegria eles vão levar pra vida toda – comenta Luiz.

Além do show de mágica, os alunos assistiram a uma demonstração do Grupo de dança Hip Hop CUFA. O grupo que iniciou suas atividades há oito meses, conta com a participação de 15 bailarinos.

A CUFA que a mais de um ano vem realizando ações em diversas áreas como o esporte e a dança pretende, a partir de agora, realizar ações culturais. Segundo o coordenador da organização em Frederico, Roberto Torres Júnior, as próximas ações estarão ligadas ao teatro e ao cinema, levando oportunidade aos mais carentes.

Acesa a chama da pátria em Frederico Westphalen

Joana Frota e Lara Fagundes

Muitas pessoas prestigiaram o evento. Foto: Joana Frota

Alunos, professores , autoridades do município e demais cidadãos da população frederiquense se reuniram hoje, 1º de setembro, na Praça da Matriz de Frederico Westphalen, para dar início a comemoração da semana da pátria. Como forma de comemorar os 188 anos de independência, a secretaria da educação em parceria com as escolas municipais, estaduais e particulares de Frederico Westphalen, realizaram uma manhã repleta de atividades.

As solenidades começaram as 8 horas da manhã com a apresentação da Banda Marcial da Escola Estadual de Ensino Fundamental Irmã Odila Lehnen, após foi acesso o fogo simbólico na praça do Barril, atletas frederiquenses trouxeram até a Praça da Matriz para ser acesso na Pira da Pátria. As três bandeiras foram hasteadas, por um grande coro das mais de 400 pessoas que se faziam presente para cantar o hino.

A professora da escola Jardim Primavera Maria Cledair Cardoso, destacou a importância

Crianças vestiram as cores da pátria. Foto: Lara Fagundes

deste dia para as crianças, “ é muito bom desde cedo, as crianças terem contato com a pátria, destacar as cores do Brasil, a bandeira”

Neste ano a comemoração é diferente, pois a semana da pátria coincide com a Expofred.  No dia 03 de Setembro, irão acontecer apresentações de bandas com a temática da pátria, no parque. E no dia da independência, a secretária da educação, Sireli Rossoni promete uma grande apresentação. “No dia 07 chamamos toda comunidade e os pais que venham prestigiar a pátria e prestigiar também a apresentação dos seus filhos, que será uma apresentação magnífica. Numa única apresentação vamos envolver 500 estudantes da rede municipal.”

O Prefeito José Alberto Panosso, salienta “É muito importante resgatar a cidadania e a patriotismo. Visamos chamar as escolas municipais, para que as crianças,jovens e  adolescentes sintam um pouquinho mais no seu coração a questão do civismo e do patriotismo.”

Atividades como estas incentivam os jovens a um contato maior com assuntos relacionados ao patriotismo, acima de tudo ficou evidente o empenho das crianças nas suas apresentações e o interesse por participar de eventos fora da escola, aproximando-os da sociedade.

Jogos escolares: competição educativa

Fabiana Pelinson e Vanessa Haas

Cerimônia de abertura da etapa regional dos JERGS. Foto: Vanessa Haas

Os Jogos Escolares do Rio Grande do Sul (JERGS) têm grande importância na vida escolar e na aprendizagem dos alunos, incentivando a integração da escola com a comunidade escolar através e reforçando o espírito de grupo. Os jogos ainda possibilitam a identificação de novos talentos esportivos na rede pública.

A professora de educação física e coordenadora da coordenadoria de Palmeira das Missões, Viviane Vieira de Matos destaca que “Os JERGS têm a função de formar cidadãos conscientes, que praticam o esporte de maneira disciplinada. A prática esportiva tira as crianças da rua, criando uma socialização”.

Pela primeira vez em Frederico Westphalen, ocorre hoje, 31, a etapa regional da modalidade futsal dos Jogos Escolares do Rio Grande do Sul. Os JERGS acontecem em quatro fases distintas: Municipal, Coordenadoria, Regional e Estadual. Os jogos são disputados em sete modalidades: futebol de campo, atletismo, futsal, voleibol, handebol, basquete e xadrez.

A regional subdivide-se em seis categorias: Erechim, Carazinho, Soledade, Passo Fundo, Cruz Alta e Palmeira das Missões, sendo que em cada uma delas é disputada uma das modalidades dos Jogos.

Os jogos de futsal acontecem durante o dia de hoje, em seis colégios de Frederico, com a realização de dez jogos em cada ginásio. Durante a parte da manha, ocorreu, na Escola Estadual de Ensino Médio Cardeal Roncalli, a solenidade de abertura de evento, com a participação da diretora do colégio, dos coordenadores das regionais, do secretário de esportes, da secretária de educação, do prefeito Panosso, dos professores e dos atletas.

A estudante Iara Cerato, 14, que disputa pela categoria infantil, coloca que “é importante aprender a valorizar o esporte, a ajudar o time, trabalhar em equipe e educar. É uma maneira diferente de educação”.

Projeto contra as drogas na Escola Cardeal Roncalli

Lara Fagundes

A campanha contra o uso de drogas tem sido o foco do projeto desenvolvido por alunos e professores da Escola Estadual de 1º Grau Cardeal Roncalli, do município de Frederico Westphalen. Após a passagem da Exposição “BAK! Na pedra a sociedade treme”, onde o jornalista Manoel Soares relata a triste história de usuários de crack de Porto Alegre, alguns professores do Ensino Fudamental se juntaram com o intuito de desenvolver atividades que estimulassem os alunos a dar continuidade as campanhas contra o uso de drogas, mais especificamente o crack.

Coordenado inicialmente pela professora de Inglês e Ensino Religioso, Roseana da Penha Oliveira, o projeto que hoje é desenvolvido nas turmas de 7ª e 8ª série do turno da tarde, pretende se estender a todas as turmas do Ensino Fundamental. Com o crescente número de usuários de drogas cada vez mais jovens, a ação visa afastar os jovens desse mundo e levar isso para fora da escola também, uma maneira diferente de fazer os alunos se interessarem pelo assunto.

Os alunos confeccionaram no laboratório de informática da escola, adesivos para serem vendidos no valor de R$ 0,50 centavos. A monitora do projeto, Franciele Dal Bem auxiliou na elaboração dos adesivos e incentivou os alunos juntamente com os professores. O patrocínio adquirido foi esforço dos alunos, que se empenharam para colocar em prática a ideia e imprimir os adesivos para serem vendidos. A iniciativa agora é sair às ruas para vender os adesivos e arrecadar o dinheiro que será dividido igualmente, metade do lucro arrecado será para a turma realizar uma viagem, a outra metade ficará para a escola investir em outros projetos concientizadores.

Hoje, o projeto conta com a participação de outros professores também, Adriane Hoffman, Helaine Binelo, e os professores de Educação Física, Flávio Ávila Rosa e Leandro José Piovesan que procuram realizar junto com os alunos atividades que possam os afastar das drogas.

A professora Roseana da Penha Oliveira, comentou sobre o importante apoio da direção e vice-direção da tarde, Sidene Fátima Stieven Buzatto e Suzane Cerutti Ottonelli, em organizar os horários dos professores e incentivar os alunos a participarem. Roseana ainda ressaltou o comprometimento que os alunos assumiram com a campanha e a dedicação deles em criar adesivos e cartazes, em procurar patrocínio e em vender o produto fabricado. O projeto continua em execução e pretende ainda levar à sociedade frederiquense mais do trabalhos dos alunos e também palestras incentivadoras.

Semana da Pátria será durante a Expofred 2010

Vanessa Haas

Uma Semana da Pátria diferente em Frederico Westphalen. Neste ano, os alunos das escolas municipais poderão participar de algumas programações da Semana da Pátria no Parque de eventos onde ocorrerá a Expofred 2010.

A programação inicia na quarta-feira, 1º de setembro, com o acendimento do  fogo Simbólico na Praça do Barril, às 8h e apresentação da Banda Marcial da Escola Municipal de Ensino Fundamental Irmã Odila Lehnen. Após o Fogo Simbólico será conduzido até a Praça da Matriz, por atletas frederiquenses e Brigada Militar. O acendimento da Pira da Pátria será feito pelo Tenente Coronel Iguaraçu Ricardo da Silva, Comandante do 37º Batalhão da Polícia Militar e benção do Bispo Diocesano  Dom Antônio Rossi Keller.

No dia 2, acontecerão atividades cívico-culturais nas escolas e, dia 3, iniciam as programações no Parque de Esposições Vítor Battistella, por ocasião da Expofred 2010. Para a Secretária da Educação, Sirlei Rossani, “é bom que algumas programções da Semana da Pátria ocorram paralelamente à Expofred, pois pensamos que Frederico Westphalen também é nossa Pátria.”

Acadêmicos dos cursos da URI desenvolverão atividades recreativas, dos dias 3 a 7 de setembro, nos diferentes espaços da feira, tratando, principalmente, de assuntos relativos às profissões e à pátria. Além disso, serão realizadas diversas atividades culturais pelas escolas. A Semana da Pátria 2010 encerra com a extinção do Fogo Simbólico pelo 37º Batalhão da Polícia Militar.

Paralelo 27, revelando talentos da comunicação

Fabiana Pelinson e Vanessa Haas

Apresentação do Paralelo 2009. Fonte: Agência da Hora

Pelo quarto ano consecutivo, os acadêmicos de Comunicação Social da UFSM/Cesnors participarão de uma tarde atípica. O Paralelo 27 é uma mostra de talentos que acontece todos os anos, organizada pelos Diretórios Acadêmicos de Jornalismo e Relações Públicas em parceira com alguns professores.  O número de apresentações aumentou desde o início do evento. Em 2008 foram 17 e em 2007 foram 15 inscritos. Além disso, no ano passado cinco turmas fizeram parte do Paralelo, quatro de Jornalismo e uma de Relações Públicas, contra três turmas em 2008 e duas no ano de 2007. Neste ano, serão quatro turmas de Jornalismo e duas de Relações Públicas.

A jornalista, Josiane Canterle que participou de todas as edições do evento comenta que  “é a hora de surpreender e também de aprender, uma vez que é uma oportunidade de encarar os medos e preconceitos de pisar em um palco e encarar de frente o público com o desafio de atrair a atenção de todos para você, coisa que os livros jamais ensinaram. Já estou com saudade, foram três anos de apresentações consecutivas e de bons risos e aplausos.”

A 4ª Edição do Paralelo 27 ocorre no dia 25 de agosto, quarta-feira. As inscrições para realizar apresentações ou como ouvinte podem ser feitas mediante a doação de um brinquedo. A participação no paralelo contabiliza cinco horas de ACG para os ouvintes e mais duas horas por participação.

As turmas de RP se inscrevem com o Diretório Acadêmico de Relações Públicas. No Jornalismo as turmas podem se inscrever com os integrantes do Diretório Acadêmico de cada turma.

O paralelo será realizado no auditório 172, com ínicio às 13h30. E, à noite, festa no Pub para os participantes do Paralelo 27 a partir das 20h. Músicas, danças, teatro e “inclassificáveis” prometem animar os acadêmicos de Comunicação.

5 respostas para Frederico Westphalen

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